Lançamento em breve - 6 faixas de música analógica
STONER ROCK / GRUNGE / SÃO PAULO - BRASIL

EP - Cores Para Um Funeral

Em breve Lançamento do EP

O Som - Manifesto artesanal & analógico

Fuzz, Válvulas, Transistores e Seres Humanos

Nascida no mundo pós pandemia, composta por 4 músicos cheios de calos e dores dos palcos dos anos 90 e 2000 da cidade de São Paulo, a MudLab resgata a crueza do grunge dos anos 90 misturada ao peso hipnótico e afinações baixas do stoner rock desértico. Cantamos questionamentos, dores e raiva em português por que somos brasileiros. Desejamos que você cante junto, que entenda, que se identifique, que grite e que se aproprie de nossas músicas como se fossem a trilha sonora da sua vida.

Nosso EP de estreia “Cores Para Um Funeral”, foi gravado canalizando o calor de amplificadores valvulados, a potência de uma bateria acústica, e a raiva de um vocal cantado sem as usuais correções digitais e com o mínimo de edições na pós produção. Tentamos nos manter analógicos (o quanto foi possível), negando eventuais facilidades presetadas do mundo digital na produção musical.
Pré amplificadores analógicos nos microfones e uma mesa analógica nos permitiram registrar o que julgamos ser a nossa verdade...
Talvez seja a sua verdade também.

No mundo das mil inteligências artificiais a disposição, escolhemos o caminho humano, sem atalhos, sem templates, sem frequências ajustadas no clique de um ícone, sem bibliotecas de samples, sem afinadores na voz, sem o prompt que escreve a letra vazia e sem alma, sem o prompt que faz a arte da capa, sem os filtros mágicos da vida “contemporânea”, pois acreditamos no processo humano, na experiência humana, no repertório, no abraço, na dor, no sorriso humano.

EP & Player - Ouça o teaser

Tracklist Do EP - 6 Faixas

LANÇAMENTO EM BREVE

Ilustração de fita cassete: Mud Lab — Cores Para Um Funeral

A Última Banda

MudLab

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Teaser disponível em breve

  1. O ônibus passa Em breve
  2. Descartável igual sua memória Em breve
  3. O barco é a vida Em breve
  4. O rolo compressor Em breve
  5. Vão lhe dizer pra ser feliz Em breve
  6. A última banda Ouvir teaser

Galeria - Fotos, desenhos & curiosidades

A Estética Está Pra Além Do Que Vemos

Bio - O que nos trouxe até aqui?

Uma Banda Não Se Forma Num Prompt De Comando

2022: A ideia da banda nasce num mundo pós pandemia, onde o desejo que se estar junto de nossos afetos era maior do que a razão. Um motivo para encontros, ou um novo projeto de banda que fosse capaz de nos desafiar, independente das nossas experiências musicais adquiridas em várias décadas vividas usando a fantasia de músico. Os estilos de rock que escutávamos com prazer mas que nunca havíamos tocado, composto, ou analisado tecnicamente suas linguagens e seus clichés. Nesse contexto Dedé Moreira, Kverna e Carlos Gonzalez começam a compor as primeiras músicas de uma banda ainda sem nome, a partir de referências de stoner rock e grunge e as primeiras músicas começam a nascer.

2023: O projeto ganha um nome e um baterista. Lucas Silva é incorporado a banda e sugere que a banda cante em português. Kverna e Dedé sugerem o direcionamento das letras e mais músicas continuam a ser compostas sem que aconteçam ensaios. Diferente das temáticas líricas associadas a bandas de stoner, onde o álcool, mundos lúdicos, ou drogas são o alvo de boa parte das músicas do gênero, a abordagem se deu com maior influência lírica ligada ao universo grunge. Questionamentos sobre a existência, ou a morte, desigualdades e vulnerabilidades sociais contemporâneas passaram a construir o micro universo da banda. Depois de muita ponderação Gonzalez decide assumir de vez a dupla função de tocar guitarra e cantar.

2024: A Mud Lab continuava a criar repertório para começar a ensaiar no primeiro semestre de 2025. O logotipo da banda foi definido, extensiva pesquisa sobre timbres de guitarras e baixo se tornaram frequentes em trocas de mensagens, discussões sobre tipos de abordagens na bateria e na voz. Instrumentos variados foram comprados e testados de modo que a banda pudesse construir sua identidade sonora de maneira sólida e intencional.

2025: São iniciados os ensaios focados no plano de se gravar um EP no final de 2025, início de 2026. Ainda em julho de 2025 é gravada a primeira demo com algumas músicas. Quase todas as músicas compostas passaram pela construção de novos arranjos em estúdios de ensaio, e nesse período a banda começa a se entender como unidade.

2026: Em janeiro de 2026 foram finalizadas as gravações do EP “Cores Para Um Funeral”, e o primeiro material áudio visual da Mud Lab foi registrado e editado (está disponível no Youtube o documentário do processo de gravação do EP).
O EP foi mixado por Lucas Silva (baterista da Mud Lab) e masterizado por Dedé Moreira (guitarrista da Mud Lab) ao longo do primeiro semestre.
No segundo trimestre de 2026 o baterista Lucas Silva deixa a Mud Lab por motivos externos a banda e em seu lugar, no terceiro trimestre entra o incrível Edgar Leite. Trouxe consigo alto comprometimento e respeito ao que a Mud Lab já havia produzido e gravado, mas também características musicais próprias, proatividade e um tremendo alinhamento às ideias e ideais da banda.

Integrantes da Mud Lab: Kverna, Edgar Leite, Dedé Moreira e Carlos Gonzalez
  • Kverna Baixo

    Kverna tocando baixo no estúdio

    Para Felipe Duran (Kverna) a música sempre esteve presente na vida. Avô violeiro e mãe pianista, a admiração pelo ato de tocar um instrumento veio praticamente de berço. Aos 14 anos optou por estudar música, começando pelo piano com a própria mãe. Sempre foi apaixonado pelo som e beleza do Saxofone. Por questões práticas e financeiras, migrou para o contrabaixo onde se encontra até hoje. Teve bandas cover de Iron Maiden, Metallica, Pantera, System Of a Down, Slayer, entre outras, até que tocou brevemente em duas bandas autorais, o projeto Escória (que desenvolveria para El Fuego, e depois, Desalmado) e a Central do Ego.

    Ao ter esse novo contato com processos criativos dentro da música, passou a amar a possibilidade de criar também neste campo. A Mud Lab entra como um solo muito fértil para a criação, não só musical mas também artística em geral.

    Principais Influências: Mastodon, Red Fang, Highly Suspect e Black Sabbath.

  • Edgar Leite Bateria

    Edgar Leite tocando bateria no estúdio

    Edgar Leite iniciou na música como vocalista na Hellish, sua primeira banda de rock, a partir de um microfone Lesson SM58 que seu pai havia adquirido para sua campanha a vereador na cidade de Santo André no final da década de 90. Nesse início sua verdadeira paixão era a bateria, porém não possuía recursos para comprar uma.

    Após dois anos trabalhando como letrista, conseguiu comprar sua primeira bateria e se dedicou a seu primeiro projeto como baterista na produção de música autoral e alternativa da banda Carpe Diem.

    Em meados de 2003 fundou a banda Alanis Morissette cover, se valendo do fato de ser um grande fã desde o primeiro álbum Jagged Little Pill. Tal projeto foi convidado a gravar o quarto Covernation da MTV Brasil, programa onde bandas covers duelavam musicalmente, tendo conquistado a vitória. Foram anos a fio tocando em diversas cidades de SP e também fora do estado com este projeto.

    Se apresentou muito como baterista na noite paulistana em bandas de covers variados ao longo dos anos 2000 e em 2006 montou a Evanescence cover, a qual se tornaria o mais importante projeto de cover da banda do estado de SP, tocando em casas renomadas como Kazebre, e também fechando um contrato com a livraria Saraiva para tocar em suas unidades no lançamento do segundo álbum da banda, o “The Open Door”.

    Edgar sempre se manteve como um músico da noite paulistana, adquirindo com o passar dos anos muita experiência de palco em diversas bandas e projetos musicais autorais nacionais ou de covers.

    Hoje se integra como peça fundamental na Mud Lab, onde investe seu tempo ajudando nas composições e se dedicando a tudo que se refere aos rumos da banda.

    Principais Influências: Black Sabbath, Foo Fighters e Metallica.

  • Dedé Moreira Guitarra

    Dedé Moreira tocando guitarra

    “Mud Lab é um reencontro com a minha vontade, necessidade e o prazer de voltar a tocar em uma banda junto com amigos, que também tinham essa mesma vontade o mesmo reencontro, com o ato de tocar em uma banda novamente. O que também trouxe um novo desafio, tocar um instrumento diferente (Guitarra) do qual, era o meu instrumento de formação, a bateria”.

    Dedé Moreira começou sua aventura musical, ainda na fase da pré adolescência, a bateria foi o instrumento que o seduziu logo de cara.

    A princípio tudo começou como uma grande brincadeira coletiva, com amigos de infância, no bairro onde morava, na cidade de São Paulo. Mas a “brincadeira” passou a ser um desejo real, o de tocar em uma banda de verdade. O tempo passou, e a linguagem que realmente se encaixava melhor era o Thrash Metal, mas também acabou passando por outros estilos musicais, do Hard Core (NY) ao Rock Nacional, Punk, Reggae e Ska.

    Porém como a vida adulta não é fácil, era necessário trabalhar de outras formas, primeiro em estúdio de ensaio, até chegar nas equipes de produção técnica de outras bandas, essas já grandes, famosas com muita relevância no cenário musical, bandas como, dos amigos Skamoondongos, Pavilhão 9, Cambio Negro, Pitty, Cpm22 entre várias outras. Paralelamente também, trabalhou nos grandes festivais do país, sempre na área da produção técnica. Quando por fim, após 28 anos de serviços prestados e algumas voltas pelo mundo (literalmente), aposentou-se da estrada em 2019, após ter trabalhado por 9 anos, com a banda Sepultura.

    A continuação dessa aventura musical, chama-se Mud Lab.

    Principais Influências: Queens of the Stone Age, Corrosion of Conformity e Down.

  • Carlos Gonzalez Guitarra & Voz

    Carlos Gonzalez cantando e tocando guitarra

    Para Carlos Gonzalez, a música sempre foi algo que tomou tempo, que gastava o dinheiro que não tinha, que dava muito trabalho e nenhum retorno, mas loucamente nunca parou de trilhar essa estrada, pois sempre encontrou pessoas incríveis ao longo de seus caminhos. Com o tempo Gonzalez percebeu que a música, pra além das frustrações e alegrias, sempre foi o seu porto seguro nos momentos mais escuros e densos de sua vida.

    Decidiu em 2023 explorar sua capacidade de cantar e tocar ao mesmo tempo na Mud Lab, coisa que não fazia desde o início da década de 90. Pra além disso, quis explorar outras formas de compor, outros timbres na guitarra e na voz, e cada vez mais passou a achar interessante se dar de presente, e de forma muito verdadeira, uma última experiência com uma banda autoral formada por queridos amigos.

    A jornada musical começa com a banda Strength, formada ainda na adolescência no ano de 1989 na cidade de São Paulo, onde cantava e tocava guitarra no início, mas depois se dedicou apenas a voz. Foram gravadas demos e muitos shows aconteceram nas principais casas do underground da época e em 1999 o projeto chegou ao fim. Também teve diversas participações em gravações na década de 90. Gravava vozes, guitarras, baixos e baterias, compunha arranjos e escrevia letras para diversas bandas da cena independente e para artistas de gravadoras. Foi baterista na banda Tubaína de 1999 até 2002, participando de shows e gravações. Em 2003 teve uma breve passagem na Banda Mastiff gravando o EP 44100 como vocalista e fazendo poucos shows de divulgação. De 2004 à 2013 foi vocalista e um dos compositores da banda Tango de Rua. Também trabalhou criando trilhas sonoras de 2017 até 2023 em seu estúdio de produção musical na cidade de São Paulo.

    Hoje aos 52 anos, Carlos Gonzalez co-participa ativamente na composição de letras, arranjos de guitarra e nas primeiras etapas da produção artística das músicas da Mud Lab, ajudando a construir a atmosfera que define lançamentos como o EP "Cores Para Um Funeral".

    Principais Influências: Black Sabbath, Red Fang, Graveyard, Mastodon e Down.

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O Ser Humano Como Um Ser Social

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Uma banda não existe sozinha; ela precisa do público para que cada som ganhe significado. Nossa intenção é estreitar essa ponte logo no início, pois acreditamos que a vida se resume às relações humanas que cultivamos ao longo da jornada. Sozinho, só se chega à solidão.

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